“Se eu fosse ele (Sandro Silva), eu pensaria muito antes de sair. O Sandro lutou muito por essa condição de titular e faz uma função dentro da equipe que estava buscando”, destacou o treinador nesta segunda.
Dorival lembrou que acompanha Sandro Silva desde os tempos que ele defendia o Mirassol, do interior de São Paulo. “Para mim, ele vive o melhor momento na carreira. Não tive uma conversa com ele e não sei as propostas que recebeu. O que eu sei é que ele está se sentindo bem no clube e eu torço pela continuidade do atleta no Inter. Agora, tudo depende de uma questão profissional dele com o seu empresário”, acrescentou.
O técnico do Inter relatou que costuma usar o menor número de volantes possível nos times que treinou. “O Inter tem um elenco forte e jogadores que permitem outras possibilidades de equipe. No Santos, recuei o Arouca, que era um meia mais avançado. Hoje, no Inter, o Dátolo pode atuar como segundo volante e o Tinga também pode fazer essa função”, esclareceu.
Apesar das falhas no setor defensivo nos últimos dois jogos, contra Fluminense e Caxias, Dorival preferiu desconversar quando questionado sobre a necessidade de novos zagueiros. “Eu prefiro acreditar nos jogadores que eu tenho na mão. Nunca vou deixar de valorizá-los. A nossa dupla de defesa vem atuando desde a metade do Brasileirão de 2011 e participou da campanha que deixou o Inter em quinto lugar na competição”, lembrou.