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Dorival Júnior admite momento de instabilidade do Inter

Técnico quer time próximo a líderes para dar salto quando contar com todo grupo

Técnico quer time próximo a líderes para dar salto quando contar com todo grupo
Técnico quer time próximo a líderes para dar salto quando contar com todo grupo Foto : Pedro Revillion
O técnico Dorival Júnior voltou a lamentar as ausências constantes que tem no Inter – que neste domingo não contou com seis jogadores considerados titulares – e reconheceu que o time passa por um momento instável, após o empate sem gols com o Santos. Sem dar prazo para a equipe engrenar, revelou que seu objetivo de momento é manter a equipe próxima dos líderes.

Mantendo-se próximo do topo da tabela, Dorival acredita que o Inter poderá dar um salto no momento em que estiver todo o grupo à disposição. Mas isso – alertou – não irá ocorrer muito em breve: “Ainda vamos continuar tendo uma instabilidade grande em razão dessas mudanças, necessárias em momentos inoportunos”.

Como a rotina de desfalques vai continuar no próximo jogo, Dorival deixou em aberto a possibilidade de colocar mais novidades em campo. “O momento é de quem entre e deixe um bom recado”, afirmou. “Acredito que esses meninos, a partir do momento que nos retribuam em campo essa confiança, eles continuem entrando em campo, sendo usados, porque esse também é o caminho.”

Inter apostou demais na individualidade

Contra o Santos, o técnico não acredita que o Inter tenha tido uma má jornada, apesar do empate. “Tivemos uma boa atuação, mas naturalmente precisamos melhorar”, avaliou. Ele, inclusive, viu uma melhora no segundo tempo. “Ganhamos mobilidade e movimentação”, listou o treinador, que elogiou os jogadores das categorias de base, como Otávio e Maurides, mas pediu paciência com eles, até pelos desfalques. “Se a equipe estivesse mais estruturada, a própria resposta poderia ser mais imediata”, ponderou o técnico.

Para Dorival, o time colorado não soube aproveitar bem o fato de ter um jogador a mais por praticamente todo o segundo tempo. “A partir do momento que ficamos com um jogador a mais, essa ansiedade natural de querer definir as situações fez com que ao invés de jogássemos coletivamente usássemos muito das individualidades. Talvez tenha sido o maior erro”, alertou.




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