Inter

Dourado deixa para trás briga do último Gre-Nal: “Já esqueci”

Volante do Inter minimizou polêmicas do clássico do Brasileirão

Dourado disse que briga do Gre-Nal foi esquecida
Dourado disse que briga do Gre-Nal foi esquecida Foto : Guilherme Testa
Expulso no último Gre-Nal na confusão com o Edílson, Rodrigo Dourado voltará a encontrar o Grêmio neste sábado na Arena – o lateral gremista ainda se recupera de lesão e não deve atuar. Nesta terça-feira, o jogador foi questionado sobre o clássico passado e garantiu não ter nenhum sentimento de vingança ou mágoa por conta da briga que terminou com cartão vermelho para os dois atletas.

“Já passou, já esqueci. É pensar para frente. É outro jogo, outra competição. Temos de pensar positivo de que podemos ir lá fazer um grande jogo e sair com a vitória”, resumiu Dourado.

O volante ainda projetou um Inter forte para o Gre-Nal. Com três vitórias seguidas, ele vê o time em um bom momento para encarar o maior rival. “É uma semana livre para a gente trabalhar e focar nesse jogo. É o único Gre-Nal que é certo que teremos no ano. Depois pode ter mais para frente nas decisões do Gauchão, mas o único certo é esse. Vamos trabalhar para fazer uma grande partida lá”, analisou Dourado, que elogiou a formação com três volantes, utilizada pelo técnico Antônio Carlos Zago nos últimos jogos.

“A gente vem revezando bastante na parte tática. Nos últimos dois jogos tivemos esse tripé, que deu certo, nós fizemos boas partidas. Se o professor manter essa formação, esperamos fazer um grande jogo lá na Arena”, declarou.

Sem preocupação individual

Rodrigo Dourado evitou apontar um destaque individual no Grêmio. Ao ser perguntado sobre o bom momento de Bolaños, ele disse que não tem visto jogos do rival. Para ele, o Colorado deve se preocupar com o coletivo tricolor.

“Vou falar que não acompanho jogos do Grêmio. A gente só fica sabendo quem fez os gols. Vamos esperar o Maurício Dulac (analista de desempenho) e o professor Zago passar os vídeos do Grêmio”, disse.

“Tem que se preocupar com a equipe toda, não apenas com a parte da frente. É um conjunto, um jogo coletivo. Nós temos que preocupar com a parte ofensiva deles e eles com a nossa”, concluiu.