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Edinho prevê dificuldade para o Inter na estreia do Mundial

Ex-jogador colorado aposta que Índio fará o gol do bicampeonato

Edinho em ação no Mundial de 2006
Edinho em ação no Mundial de 2006 Foto : Ricardo Giusti / CP Memória
Campeão do Mundo pelo Inter em 2006, o volante Edinho acredita que o jogo de estreia no Mundial de Clubes será o mais difícil para o Colorado. Conforme o jogador, além do adversário, a equipe de Celso Roth terá que lidar com o favoritismo e com o nervosismo do primeiro jogo. "O jogo mais difícil, nesse tipo de competição, curta e grandiosa, é sempre o primeiro. Depois, caso o Inter passe para a final, não tem jeito, os jogadores brasileiro são atrevidos e acabam se sobressaindo", apostou. A estreia do time gaúcho no Mundial será na próxima terça-feira, dia 14, às 14h (horário de Brasília - 20h pelo horário de Abu Dhabi), contra o TP Mazembe.

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Em entrevista à Rádio Guaíba, Edinho comparou o time do Inter de 2006 com o de 2010. "Acho os dois times muito parecidos. Até porque o Inter manteve o mesmo padrão. É um clube com grandes jogadores, tem uma equipe bem montada e um grade treinador. A direção também é a mesma daquela época e sabe o que tem que fazer e os atalhos que tem que tomar", analisou o jogador que também comparou a Inter de Milão ao time do Barcelona de 2006. "São times com grandes jogadores, acostumados com decisões, com grandes estruturas e altos salários. Apesar da Inter não estar vivendo um momento tão bom, tem um grande time e dará muito trabalho ao Colorado em uma eventual final."

Ainda que não acredite que o Inter terá "vida fácil" nos Emirados Árabes Unidos, Edinho aposta que o Colorado voltará para Porto Alegre bicampeão do Mundo. O jogador tem até palpite sobre quem será o autor do gol. "Tomara que o Inter saia campeão de lá com gol do Índio, que é um cara muito especial. Eu sou colorado nato, a minha família, e estou na torcida para que o Inter volte de lá com esse título”, afirmou.

Edinho contou ainda ter vivido um dos momentos mais felizes de sua vida na época em que defendia o clube gaúcho. “Foi um período muito feliz. O ano de 2006 foi um dos mais especiais da minha vida. O mundo todo está de olho nessa competição. Nos primeiros dias lá no Japão a gente estava com a adrenalina muito alta, todo mundo nervoso. Mas a equipe era muito madura e soube lidar com as adversidades e sair de lá com o título”, relembrou.






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