O movimento Mais Inter, por exemplo, pediu o fim da cláusula de barreira na eleição para o CD, que hoje é de 15%, e também o fim dos conselheiros natos - que são ex-presidentes e conselheiros com mais de 30 anos de mandato.
A principal alteração que o novo estatuto traz - pelo menos na proposta da comissão - é a necessidade de um candidato a presidente obter, no mínimo, 85% dos votos dos conselheiros em primeiro turno, coeficiente inatingível dentro do atual contexto político do Inter.
A regra atual impõe um segundo turno somente no caso de dois candidatos alcançarem pelo menos 25% dos votos do no primeiro turno, algo que não ocorreu na eleição de Luigi, em 2012. Por isso, os associados ficaram alijados do processo.