Dos próximos sete adversários do Inter na reta final do Brasileirão, apenas um encontra-se à frente do Colorado na tabela atualmente, o Grêmio. Os demais estão todos atrás do time de Argel. O que na teoria pode ser um facilitador na busca por vaga na Libertadores, na prática nem sempre se confirma. Exatamente por isso, a partida contra o Figueirense virou uma espécie de exemplo para o clube.
Por isso, todo cuidado é pouco no jogo de sábado, contra o Joinville, no Beira-Rio. “No Brasileiro tem isso, jogos diante de equipes que disputam vaga na Libertadores e também que estão na ponta de baixo, que é o caso do Joinville. Temos que ter muita atenção”, alerta o zagueiro Ernando, que vem atuando improvisado na lateral-esquerda. “Não pode voltar a acontecer o que ocorreu contra o Figueirense”, lembrou.
No primeiro turno, empate em 0 a 0 com a Chapecoense em casa, mais uma equipe que figura na parte de baixo. “Não podemos nem pensar em empatar os jogos que temos na nossa casa. Precisamos vencer e diminuir a diferença ou até mesmo ultrapassar o quarto colocado”, finalizou Ernando.
Ontem, o time voltou a treinar no CT do Parque Gigante. E a novidade foi a presença de Eduardo Sasha. Afastado da equipe há mais de 40 dias em função de um problema no tornozelo, o atacante participou da atividade, mas só deve ser aproveitado contra o Goiás, na 33ª rodada. Quem está fora do jogo de sábado é o técnico Argel, que pegou um jogo de suspensão em julgamento realizado ontem no STJD. Ele ofendeu um dos auxiliares na derrota para o Palmeiras por 3 a 2 na Copa do Brasil.
Empate com Figueirense vira exemplo para Inter
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