Segundo cálculos de técnicos do clube, só 3 mil metros cúbicos do entulho foram colocados lá durante o estágio em que a obra era administrada pelo clube (entre dezembro de 2010 e fevereiro de 2011). Os outros cerca de 20 mil metros cúbicos teriam sido armazenados pela AG durante o tempo em que ela tocou a reforma (após 2012). Fotos aéreas tiradas durante a obra foram usadas na elaboração dos cálculos.
"Vamos resolver a questão agora da forma que for possível. Depois da Copa, retomaremos o assunto", enfatiza o presidente Giovanni Luigi, amenizando o impasse com a construtora.
O problema dos entulhos terá repercussões depois da Copa. Como a retirada do material é condição imposta pela licença ambiental, é provável que a permissão provisória, que abriu o estádio e libera a sua a utilização até agora, seja cassada depois do Mundial. Desde janeiro, o Inter foi notificado sete vezes pela prefeitura para retirar o entulho do terreno.