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Escolha do modelo de obras para o Beira-Rio fica para o dia 21

Conselheiros debatem as duas opções, e grupo Convergência Colorada sugere uma terceira

Escolha do modelo de obras para o Beira-Rio fica para o dia 21
Escolha do modelo de obras para o Beira-Rio fica para o dia 21 Foto : Alexandre Lops / Divulgação Inter / CP
O Inter viveu na noite desta segunda mais um round do embate político que envolve a reforma do Beira-Rio. A primeira discussão da noite foi a definição de que vale o edital de convocação do Conselho Deliberativo (CD). Isto significa que a votação para eleger o modelo de financiamento da obra ocorre somente no próximo dia 21, data de nova reunião do CD. Até lá, seguirá o debate.

Superada esta fase, os conselheiros passaram a fazer perguntas sobre os prós e contras de cada modelo, em discussão que deveria entrar a madrugada. Um grupo, liderado por Giovanni Luigi e pela atual diretoria, crê na impossibilidade de o clube sustentar com recursos próprios o projeto. Por isso, defendem a parceria com uma construtora, o que livraria o clube dos riscos e ainda daria as garantias exigidas pela Fifa. Outro, cuja liderança é de Vitorio Piffero, quer a manutenção do atual modelo.

Segundo o ex-presidente, o Inter pode suportar o ritmo das obras vendendo camarotes, cadeiras VIPs e outros ativos. E, se conseguisse, não abriria mão dos lucros que devem advir do novo Beira-Rio. No entanto, nem Piffero sabe dizer a forma de satisfazer as exigências da
Fifa.

A novidade da noite foi a sugestão, por parte do Convergência Colorada, de o processo retroceder um pouco mais. A ideia é abrir um canal para o clube receber novas propostas de empresas interessadas numa parceria.

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