Superada esta fase, os conselheiros passaram a fazer perguntas sobre os prós e contras de cada modelo, em discussão que deveria entrar a madrugada. Um grupo, liderado por Giovanni Luigi e pela atual diretoria, crê na impossibilidade de o clube sustentar com recursos próprios o projeto. Por isso, defendem a parceria com uma construtora, o que livraria o clube dos riscos e ainda daria as garantias exigidas pela Fifa. Outro, cuja liderança é de Vitorio Piffero, quer a manutenção do atual modelo.
Segundo o ex-presidente, o Inter pode suportar o ritmo das obras vendendo camarotes, cadeiras VIPs e outros ativos. E, se conseguisse, não abriria mão dos lucros que devem advir do novo Beira-Rio. No entanto, nem Piffero sabe dizer a forma de satisfazer as exigências da
Fifa.
A novidade da noite foi a sugestão, por parte do Convergência Colorada, de o processo retroceder um pouco mais. A ideia é abrir um canal para o clube receber novas propostas de empresas interessadas numa parceria.