O próximo jogo é pelo Gauchão, mas não há como fugir do assunto Libertadores no Inter. O time para enfrentar o Emelec, na próxima quarta-feira, no Equador, virou uma incógnita. Diego Aguirre pode manter o esquema 3-5-2 utilizado na vitória sobre o Aimoré, no Beira-Rio, ou retornar ao 4-2-3-1. A escolha também passa pelas peças que o uruguaio terá à disposição. Nilmar e D’Alessandro, por exemplo, estão praticamente descartados, enquanto Aránguiz e Anderson têm boas possibilidades, principalmente o último, que ontem treinou normalmente.
O chileno, por sua vez, segue sob os cuidados do coordenador de preparação física, Élio Carravetta, e sua inclusão na delegação que vai ao Equador dependerá da evolução nos próximos dias. Caso não tenha condições de atuar, é muito provável que Aguirre repita a equipe que bateu o Aimoré, com exceção de Lisandro López, que não está inscrito na Libertadores. Neste caso, Vitinho seria o substituto natural.
Ao final da partida contra o Aimoré, os jogadores elogiaram o esquema 3-5-2, ressaltando a melhor consistência defensiva. Ontem, o lateral-esquerdo Fabrício disse que sentiu-se mais à vontade em campo com a nova forma de atuar da equipe. “Se fosse por mim, jogaria com três zagueiros sempre”, brincou o jogador.
“É uma maravilha para mim, mas a gente sabe que não será sempre esse o esquema. Testamos e deu certo. É bom porque toda hora estou chegando na frente. E não tem aquela preocupação de dar um pique de 30 metros para ajudar na marcação”, acrescentou Fabrício. O lateral marcou um dos gols na vitória de quarta. Hoje, os titulares retomam os trabalhos táticos e Aguirre deve começar a encaminhar o time que joga na quarta-feira. O próprio treinador já deu declarações de que dez pontos são suficientes para avançar à segunda fase. Um ponto no Equador é considerado bom.
Esquema 3-5-2 é dúvida do Inter para Libertadores
Apesar de vitória sobre Aimoré, formação ainda não foi efetivada por Diego Aguirre