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Fabinho cita dificuldade da Série B e pede paciência com Guto: “Não teve semana cheia para trabalhar"

Volante retorna ao time do Inter contra o Paraná após cumprir suspensão

Fabinho pediu tempo para avaliar trabalho de Guto
Fabinho pediu tempo para avaliar trabalho de Guto Foto : Felipe Nabinger / Rádio Guaíba / Especial / CP
Em um momento de cobrança no Inter após o empate sem gols com o Santa Cruz no sábado, o volante Fabinho saiu em defesa do técnico Guto Ferreira. O volante, que retorna ao time após cumprir suspensão, ressaltou que a Série B é uma competição difícil e lembrou que o treinador ainda não teve uma semana livre para preparar a equipe desde que chegou ao Beira-Rio.

"A Série B é um campeonato muito difícil, mas sabemos que temos totais condições de fazer uma boa campanha. O Guto Ferreira ainda não teve uma semana cheia para trabalhar com o grupo de jogadores”, citou antes de ser questionado sobre as diferenças de Guto Ferreira para seu antecessor Antônio Carlos Zago

“Cada treinador tem um método de trabalhar. Temos de saber respeitar essa diferença que eles têm. O que deu para perceber do Guto é que ele gosta de muita pegada na marcação, pressão na saída de de bola. Isso deu para perceber em 10 dias de trabalho. Tenho certeza que ele vai fazer com que a gente cresça”, afirmou o volante, que admitiu que a pressão em cima do Inter é algo que deve ser encarado com normalidade.

“No clube grande sempre terá cobrança, não importa se for na vitória ou na derrota, mas o nosso ambiente é de respeito"”, seguiu.

Preocupação com a defesa

Embora o próximo compromisso na Série B seja no Beira-Rio contra o Paraná nesta terça-feira, às 21h30min, o volante Fabinho chamou atenção para a necessidade de cuidados defensivos na partida. O jogador ressaltou que é importante o Inter não sofrer gols para ter mais tranquilidade para buscar a vitória diante de sua torcida.

“A gente tem que tomar mais cuidado, ainda mais dentro de casa. Deixamos escapar pontos dentro de casa pelo fato de ter que se expor e acabar levando o contra-ataque. Esse risco vamos correr em todas as partidas”, citou.