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Fabinho descarta influência de salários atrasados nos resultados do Inter

Executivo colorado assume responsabilidade pela reação no Brasileirão e garante que elenco não vai “jogar a toalha” após queda para o Z-4

Inter de Bernabei vive a pior sequência da temporada
Inter de Bernabei vive a pior sequência da temporada Foto : RICARDO DUARTE / INTER / CP

A derrota para o Bahia por 3 a 2, neste domingo, na Arena Fonte Nova, colocou o Inter na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro e aumentou a pressão sobre o clube. Com nove rodadas sem vencer, o time colorado precisa interromper a sequência negativa para deixar o Z-4. Para o executivo de futebol Fabinho Soldado, entretanto, os problemas enfrentados fora de campo, especialmente os atrasos nos salários e direitos de imagem, não explicam o desempenho da equipe.

O dirigente garantiu que as questões financeiras não têm interferido no trabalho diário e descartou qualquer relação entre os atrasos e os resultados dentro de campo. “Não tem atrapalhado e não vai atrapalhar”, afirmou Fabinho, após a partida em Salvador.

A avaliação do executivo é de que a responsabilidade pela reação está nas mãos do próprio grupo. Com 13 rodadas ainda pela frente no Brasileirão, ele cobrou uma resposta já na próxima partida da competição e ressaltou a união entre jogadores e comissão técnica. “Sabemos a nossa responsabilidade. Somos nós que precisamos tirar o Inter dessa situação. São esses jogadores que vão ter que trabalhar, junto com a comissão técnica, para sair dessa situação já na próxima rodada”, declarou.

Fabinho também saiu em defesa do comportamento dos atletas diante do momento conturbado vivido pelo clube. Segundo ele, não houve mudança na postura do elenco nos treinamentos, mesmo com a insatisfação manifestada pelos jogadores em razão dos valores pendentes. “Nunca tivemos problema em relação ao trabalho. Os jogadores sempre trabalharam e se comportaram da forma que um jogador do Inter precisa. Aqui ninguém vai abandonar ou jogar a toalha. Vamos lutar e conquistar os pontos que precisamos”, afirmou.

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