Segundo Falcão, a alteração no estilo ainda levará algum tempo. “O Inter estava acostumado a toques curtos. Temos que mudar isso. Temos que chegar no campo do adversário em três ou quatro toques e chutar o gol”, explicou, antes de ponderar: “É difícil, não tem ninguém que faça isso no Brasil”. Por outro lado, a mesma agilidade para atacar, ele cobra para a equipe defender. “Mas isso não acontece de uma hora para outra.”
Renovação apenas não basta
Falcão lamentou as baixas que têm para o jogo contra o Ceará, sábado, pela segunda rodada do Brasileirão. Andrezinho, Sobis e Cavenaghi são desfalques certos e Nei tem remotas chances. D’Alessandro ainda passará por reavaliação.
Ele também comentou sobre o processo de renovação do grupo. Apenas substituir mais velhos por mais novos, simplesmente, não serve. “Tem que ter cuidado. Ver o emocional do jogador, como ele reage em jogar com um time como o Inter.” No treino da tarde, os atacantes recém-contratados Jô e Siloé participaram da movimentação. Outro reforço, Gilberto, já tinha sido destaque no trabalho de segunda.