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Falcão diz que Inter foi melhor que o São Paulo no segundo tempo

Técnico destaca empenho do time após terceira derrota consecutiva

Após terceira derrota seguida, Falcão destaca empenho
Após terceira derrota seguida, Falcão destaca empenho Foto : Fabiano do Amaral
Se o resultado não veio de novo – o Inter sofreu a sua terceira derrota consecutiva neste domingo – o técnico Paulo Roberto Falcão destacou o empenho do time, ao explicar a goleada sofrida de 3 a 0 para o São Paulo, no Beira-Rio. “Em nenhum momento faltou empenho, mas nós não conseguimos (reverter), diante de um adversário que foi melhor que a gente.”

Para o treinador, a atuação no primeiro tempo – em que o Inter sofreu dois gols – foi determinante para a derrota. “Tivemos um primeiro tempo muito ruim, onde a gente não teve condições de compactar, e aí o São Paulo foi bem superior. No segundo a gente melhorou”, observou, ressaltando a entrega e o comprometimento do grupo que dirige. “Eles são os primeiros a sentir a derrota”, garantiu ele, que lembrou o desempenho contra o Vasco, domingo passado: “Não merecíamos ter perdido”. Na ocasião, o Inter levou 2 a 0.

Apesar de ter relacionado quatro jogadores das categorias de base para o confronto deste domingo, Falcão mandou a campo apenas o volante Elton. Precisou justificar após a derrota: “Achei melhor preservá-los. Era um jogo que eles poderiam fazer marcados”, afirmou ele, que também admitiu que teve vontade de colocá-los para jogar, mas a circunstâncias da partida não permitiram: “Depois do segundo gol não era jogo para eles”.

Falcão cita desgaste, mas aprova Copa Audi

Apesar da longa maratona a qual a delegação do Inter será submetida para disputar a Copa Audi a partir da próxima semana, Falcão salientou a participação do Inter na Copa Audi, em que os jogadores terão de encarar uma verdadeira maratona de jogos. “São jogos importantes, de muita vitrine”, definiu o treinador, afirmando que o grupo “se sente lisonjeado” ao participar de uma competição tendo como rivais Barcelona, Milan e Bayern de Munique.

O técnico não descartou usar dois times neste período. “Não quero correr riscos de colocá-los e depois perdê-los por mais tempo”, justificou. “Os jogadores não são máquinas. Eles saem dos jogos completamente destruídos, pela maneira que eles se entregam.”

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