De todas as jogadas do Inter na Arena do Jacaré, a que mais agradou o treinador foi a que resultou no terceiro gol, de D’Alessandro. Foi um contra-ataque: “Uma saída rápida e quando o Atlético se deu conta, nós estávamos com todo o time no ataque”, narrou ele, que revelou ter ficado “impressionado” com os lances de gols.
A sequência de boa atuações passa por um setor, a meia cancha, a qual Falcão parece ter encontrado a escalação perfeita: “Hoje o meio campo ideal é esse, graças ao D'Alessandro e o Oscar”, explicou ele, que destacou a participação da dupla também na marcação, ainda que não seja obrigação deles.
Os elogios não pararam por aí: “O Inter está comprometido. Não significa que nós vamos fazer todos os jogos assim, porque os adversários estão se preparando também”, comentou. “Jogar bem ou mal faz parte do futebol, mas não vai faltar empenho.”
“Seria uma pena perdê-lo”
Com as declarações não muito otimistas de Giovanni Luigi sobre a permanência de Leandro Damião, o técnico reconheceu o forte assédio do futebol europeu sobre o atacante, que marcou 24 gols no ano. Assim como o dirigente Falcão não se mostrou muito confiante em contar com seu camisa 9 por muito mais tempo.
“Seria uma pena perdê-lo”, suspirou. “Se isso se concretizar, tomara que não, mas que aconteça lá na próxima janela. O que acontecer com ele vou entender perfeitamente”, continuou. “Mas a pressão é forte. De repente entrega em dezembro ou janeiro”, completou.