As datas do pleito não estão oficialmente marcadas, mas devem ocorrer na primeira semana de novembro (1º turno) e em 9 de dezembro (2º turno). Junto com a escolha do presidente, a eleição também renovará 150 cadeiras do Conselho Deliberativo. Neste contexto, Fernando Carvalho tenta reatar a paz. O que passa por uma composição com o União Colorada e o Ação Independente, que se retiraram da diretoria após a eleição que deflagrou um clima bélico e elegeu Luigi em dezembro de 2010.
"Nós todos achamos que a divisão não é ideal, principalmente neste momento que o clube vive. Mas estamos esperando por uma sinalização deles (situação). E não podemos esperar muito", afirma o conselheiro Luis Antônio Lopes, que lidera o União Colorada. "Se não houver a união, vamos ter candidato. Temos bons nomes", continua Lopes, que é um provável nome, já que Pedro Affatato, candidato derrotado em 2010, e Vitorio Piffero, presidente do Inter entre 2007 e 2010, não estariam dispostos a concorrer.
Outra condição para o intento de Fernando Carvalho lograr êxito é o "sim" do próprio Luigi. O atual presidente ainda não deu um sinal verde definitivo nem aos amigos mais próximos. A tendência é que aceite o encargo e a honra de reinaugurar o Beira-Rio. Caso contrário, Luis Anápio Gomes, atual 1º vice-presidente, representará a atual gestão.
Convergência terá candidato
O Convergência Colorada definiu em assembleia que terá candidato. O movimento ainda não definiu o nome. Sandro Farias e João Patrício Hermann são os mais cotados. No entanto, a participação do Convergência não impossibilita a "paz" articulada por Fernando Carvalho.