Porém, se não há ansiedade cobrança não falta na casa dos Forlán, tradicional no futebol do país vizinho: “Na minha família, sou a pessoa que fico mais mal humorada quando não faço as coisas bem”, revelou ele, que tem no pai e no avô antecessores na Celeste Olímpica. “Sou uma pessoa muito exigente.”
Destaque do time, Forlán puxou para si um papel de operário enquanto o gol não acontece.. “Tem que trabalhar e continuar. Não tem que pensar em gol, tem que pensar em fazer o melhor para o time”, ressaltou o atacante, que terá a próxima chance do primeiro gol no domingo, quando Inter enfrenta a Ponte Preta, pela 15ª rodada do Brasileirão.