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Gauchão servirá de vitrine para garotos do Inter

Time sub-23 irá atuar nos primeiros três jogos da competição em 2013

Cláudio Winck será uma das atrações do sub-23 no Gauchão
Cláudio Winck será uma das atrações do sub-23 no Gauchão Foto : Arthur Puls
A oportunidade está perto de acontecer. Para vários jogadores do time Sub-23 do Inter, os três jogos que a equipe irá fazer no início do Gauchão de 2013 têm um significado especial: a chance de mostrar trabalho e galgar um degrau rumo ao time profissional.

"Todos eles (jogadores) almejam uma grande oportunidade. O fato de iniciar o Gauchão precisa ser aproveitado para criar uma imagem mais positiva, principalmente externamente, para a torcida, para o Dunga. Esse é o maior incentivo", destaca o técnico do Sub-23, Osmar Loss.

E um dos atletas que mais geram expectativas é o lateral-direito Cláudio Winck. Com apenas 18 anos, ele deve ser promovido em breve ao grupo profissional e carrega nas costas o peso de ser sobrinho de Luís Carlos Winck,

um dos melhores laterais da história do Inter. "É um momento muito especial esse da transição para o profissional. Espero que eu possa jogar bem e mostrar meu futebol", diz.

O garoto é um pouco avesso às comparações com o tio. "Não gosto muito da comparação, meu tio foi um dos maiores laterais da história do Inter e eu estou apenas começando, sou um garoto ainda e ele já está na história", comenta.

O que Cláudio Winck não minimiza são os conselhos vindos do tio Luís Carlos. "A gente conversa bastante. Ele assiste aos meus jogos e me dá dicas, fala do posicionamento, falamos bastante sobre isso", acrescenta. A nova

promessa da família Winck se diz um lateral que busca mais o ataque. "Sou bem ofensivo, mas sempre busco o equilíbrio, estar melhorando a marcação. Gosto de ir para cima dos adversários", finaliza.

Outro destaque do Sub-23 que pode aparecer na equipe principal no próximo ano é o volante Augusto. "Dentro da questão técnica, eu acredito que ambos (Cláudio Winck e Augusto) têm as ferramentas, o potencial para trabalhar com os profissionais. Em relação à maturidade e o comportamento como atleta e todos os fatores que não o jogo em si, eles precisam amadurecer ainda. Esse três jogos podem contribuir", concluiu Osmar Loss.

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