No entanto, ele desconversa sobre essa possibilidade e reitera um pensamento. “Acredito que muito mais importante do que o nome é a gestão. Precisamos de pessoas que estejam envolvidas na manutenção dessa ideia vencedora que foi construída desde 2002. Tomara que isso possa ser feito com a participação do Vitorio Piffero e do Fernando Carvalho”, disse.
Luigi, que participou da definição da tabela do Mundial de Clubes durante uma reunião na cidade de Zurique, na Suíça, prevê grandes desafios para o próximo presidente. “Será preciso manter a continuidade das vitórias porque a torcida se acostumou a isso. Vamos disputar a Libertadores de 2011, onde tentaremos o tricampeonato, e no nosso calendário está a Recopa. Além disso, teremos a sequência de obras para a Copa do Mundo de 2014 e o desenvolvimento de um centro de treinamentos. Acredito que tudo isso não possa ser tocado por um presidente sozinho, por isso defendo o diálogo entre outros movimentos políticos no clube.”