O compromisso, a partir de agora, é de que as críticas internas e a tradicional “corneta” arrefeçam. “As diferenças devem ser administradas com civilidade”, enfatizou Ibsen. O dirigente foi aclamado, já que encabeçava a única chapa apresentada, representando não somente os quatro movimentos que compõe o “Diretas Sempre”, como também o Convergência Colorada e os sete grupos que dão sustentação à gestão de Giovanni Luigi.
No entanto, não houve unanimidade. Os conselheiros Tiago Issa e Ricardo Giuliani não subscreveram o acordo que levou Ibsen à presidência do CD. Além disso, o Coração Colorado, que tem entre seus 22 conselheiros o diretor de futebol Luis César Souto de Moura, não compareceu à reunião. Ou seja, não apoiou o “acordão”.
Curiosamente, apesar de pertencer ao “Diretas Já”, Ibsen não é contra a cláusula de barreira nas eleições para presidente do clube. Apesar de uma reforma estatutária estar nos planos, a cláusula –