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Ineficiência no ataque é a maior preocupação de Pezzolano no Inter

Suspenso contra o Bahia, treinador aponta falhas nas finalizações como principal motivo da campanha irregular no Brasileirão. Neste momento, colorados têm o pior ataque da competição

Carbonero é uma das principais figuras ofensivas do Inter
Carbonero é uma das principais figuras ofensivas do Inter Foto : RICARDO DUARTE / INTER / CP

Embora o gol sofrido logo no primeiro minuto diante do Atlético Mineiro, na última quarta-feira, na Arena MRV, tenha surgido após uma falha individual de Bernabei, o que mais tem incomodado o técnico Paulo Pezzolano são os problemas do Inter do outro lado do campo. Para o treinador, a dificuldade em transformar oportunidades em gols explica, em grande parte, a campanha abaixo do esperado da equipe no Campeonato Brasileiro. Neste momento, os colorados têm o pior ataque da competição.

Pezzolano, que não estará na casamata neste domingo, contra o Bahia, no Beira-Rio, por estar suspenso, entende que o time até consegue criar situações ofensivas, mas peca na hora de concluir as jogadas. Mesmo com o incômodo, a tendência é de que não ocorram mudanças significativas no setor ofensivo, até porque as alternativas no elenco são limitadas.

Vitinho e Borré, que começaram a partida em Belo Horizonte no banco e entraram no decorrer do confronto, devem aparecer entre os titulares. Carbonero, que iniciou o duelo contra o Atlético-MG, mas foi substituído no segundo tempo, também deve seguir na equipe. A expectativa é de que, atuando em casa, o trio consiga apresentar maior eficiência diante do gol e ajude o time a conquistar a primeira vitória no Brasileirão.

Quem ainda não conseguiu corresponder às expectativas é Alerrandro. Contratado neste ano para ser uma alternativa a Borré, o atacante marcou apenas uma vez com a camisa colorada. Contra o Atlético Mineiro, recebeu oportunidade como titular, mas novamente passou em branco. Outra opção ofensiva, Kayky não estará disponível para a partida. Como pertence ao Bahia, o jogador não pode atuar devido a uma cláusula contratual prevista no acordo entre os clubes.

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