Um "apagão" no estádio de Novo Hamburgo, dia 19 de fevereiro, poderia gerar punição ao clube, assim como uma briga de torcedores nas bilheterias do local, no mesmo dia, quando enfrentou o Juventude. Os auditores do TJD, no entanto, entenderam que o clube não teve controle sob o ocorrido. A pena poderia chegar à perda de 10 mandos de campo.
Fabricio, por sua vez, foi considerado réu primário. Ele tinha sido expulso na ocasião após confusão com atleta adversário, mas acabou recebendo apenas uma advertência.