Quarenta engenheiros estão em São Paulo para finalizar os detalhes do projeto para o novo Beira-Rio e cerca de 2,5 mil funcionários começarão as obras a partir da assinatura com o contrato. Um dos entraves que emperrava a finalização das negociações era que a Andrade Gutierrez busca um parceiro para financiar as obras. A empresa pretende arrecadar parte do valor junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) e o restante virá através de uma outra companhia.
Outra questão que também dificultava o reinício das obras era a possibilidade de parar de utilizar Beira-Rio durante o Brasileirão. No entando, o estádio do Inter não fechará para o trabalho dos operários ao longo da competição. Isso só ocorrerá durante os meses de dezembro e janeiro, período em que o clube está afastado das competições.
A utilização do Gigantinho também foi debatida na reunião entre o presidente do Inter e os representantes da Andrade Gutierrez. A intenção da empresa era de administrar o ginásio, porém, o clube apenas dará à construtora a prioridade de locação para shows. Outro aspecto modificado foi a obrigação do Colorado em ceder o Beira-Rio para apresentações musicais. O clube deixou claro que a prioridade do estádio é o futebol.

