Questionado sobre a possibilidade nesta terça-feira, Guiñazu evitou tecer comentários e disse que a questão era “assunto da direção”. Logo depois, o vice-presidente de futebol do Inter, Luciano Davi, explicou que a medida demoraria até seis meses, por isso o clube optou por adiar a nacionalização de Guiñazu: “Nesse momento está descartado, em função da demora”.
No Inter há cinco anos e meio, Guiñazu já teria condições de se naturalizar brasileiro e, ainda assim, poderia continuar atuando pela seleção argentina, já que as convocações se tornaram freqüentes desde o ano passado. Caso fosse naturalizado, o time poderia ser escalado com ele, Forlán, D’Alessandro e mais Bolatti ou Dátolo, por exemplo.