"Na realidade nós tivemos opções. Barcelona, Benfica, times da Inglaterra. Mas neste período a Europa ainda está em atividade e eles não podem vir. Mas o Peñarol não foi última opção, sempre esteve entre as primeiras", disse o secretário-geral do clube gaúcho, Gelson Pires.
A escolha pelo Peñarol, porém, é fundamentada na história colorada. Na inauguração do estádio, o aurinegro estava presente. Houve um torneio, com a presença dos uruguaios, do Benfica, do Grêmio e da seleção do Peru. Depois, na festa de 25 anos do estádio, também esteve, com a Nigéria e o Tricolor gaúcho.
Um dos maiores ídolos da história colorada também é proveniente do Peñarol: trata-se de Elias Figueroa, comandante da defesa na década de 70. Outros, como Rubén Paz e Diego Aguirre, também saíram do clube uruguaio para o Colorado. A escolha causou polêmica pelo Peñarol ter sido o clube enfrentado pelo Grêmio na final da Libertadores de 1983.
Outros times tentandos foram os grandes da Argentina. Segundo Pires, porém, há um acordo com o governo argentino de que as duas maiores equipes do país joguem em solo argentino no fim de semana.
"Boca e River têm compromisso de jogar sempre lá no sábado e domingo, algo determinado pelo governo e pela televisão", completou o dirigente colorado.
Na história recente, o Peñarol foi adversário do Inter na Libertadores de 2011, quando um dos maiores ídolos alvirrubros era treinador. Os uruguaios eliminaram o time treinado por Falcão nas oitavas de final da competição continental.