Nas últimas duas partidas, os gols sofridos para Veranópolis, neste domingo, e Juventude, na última terça, foram de bola parada. Duas cobranças de escanteio que resultaram em gols rivais. A primeira, em escanteio colocado no primeiro poste, onde Soares marcou. A segunda, em cobrança de escanteio mais aberta, com desvio para Zulu, na pequena área.
Além destes dois gols, o elenco principal, sob o comando de Abel Braga, ainda sofreu um contra o Cruzeiro, dia 2 de fevereiro, em cobrança de escanteio, e no Gre-Nal, em cobrança de pênalti de Barcos. São quatro gols em cinco sofridos no Gauchão. “A bola parada também é um aspecto que não podemos errar, é homem a homem. Estamos trabalhando para consertar isso mais para frente”, disse o lateral-direito Gilberto.
Por outro lado, a arma é utilizada também no ataque. Cláudio Winck e Aránguiz marcaram em cobranças de falta diretas. Fabrício aproveitou cruzamento contra o Cruzeiro para deixar o seu. Ernando deu a vitória sobre o Pelotas também após escanteio.
“A gente errou algumas faltas que tinha que jogar a bola para o lado, para cruzar por ali. Mas falei essa semana, a gente ganha, ganha, ganha e esquece dos detalhes. Agora que perdeu, aparecem estes detalhes. É bom ter o aprendizado como esta derrota”, disse o técnico Abel Braga, após a derrota para o Veranópolis.
O Inter volta ao campo nesta quarta-feira, para o duelo com o Brasil de Pelotas, provavelmente no Beira-Rio, às 22h. A tendência é que o zagueiro Juan fique de fora, com dores musculares. Ernando entraria em seu lugar. Os titulares voltam após uma rodada de descanso no Estadual.