A possibilidade foi cogitada claramente pela primeira vez pelo presidente Giovanni Luigi na quarta-feira. Na ocasião, o mandatário sugeriu deixar o Beira-Rio – que está em obras há 178 dias – se a comissão técnica admitisse. Ele apenas vetou o estádio Colosso da Lagoa, em Erechim, “devido a logísticas”.
Depois do empate com o Botafogo, o técnico Fernandão jogou a mudança para a direção: “A decisão que for tomada eu vou acatar”, afirmou ele, que não puxou para si a decisão: “Não é questão de apoiar (a troca de estádio). A direção brigou muito para que o Beira-Rio fosse a nossa casa. O torcedor tem que entender isso. Mas pelo momento do campeonato trazer o torcedor um pouco mais próximo da equipe talvez não seja uma má ideia”.
Logo em seguida, o vice-presidente de futebol, Luciano Davi, confirmou que o Inter irá analisar estádios: “Não temos problemas em jogar em nenhum lugar, por qualquer histórico. Vamos analisar vários estádios".
Contra Sport e Bahia, porém, o dirigente garantiu que os confrontos serão em Porto Alegre: “Nos próximos dois jogos não dá mais (para sair). Vamos conversar com ele (Giovanni Luigi) durante a semana para ver onde podemos chegar”.