O vice-presidente de serviços especializados do Inter, Luciano Davi, afirma no entanto que o clube escolheu o momento correto para iniciar os trabalhos e destacou o aumento do número de lugares do estádio ao fim da reforma. "É um prejuízo importante, pois perdemos uma parte do espaço social", reconheceu Davi. "Mas quando a área ficar pronta, em maio, já teremos uma ampliação do espaço disponível."
"Nós vamos ter um prejuízo de espaço físico, pois no mundo, atualmente, o Beira-Rio é o único que está trabalhando na reforma e modernização, mas mantém os jogos em casa", enfatizou o dirigente. "Não existe outro jeito, outra maneira, a não ser que fôssemos jogar em outro lugar, mas a ideia inicial de fazer os jogos do gauchão, com menos público, é bom como experiência para organizar o fluxo todo de pessoas durante as momentos importantes da Libertadores", explicou Davi.
O vice-presidente sublinhou também que o time já conta com a compreensão de boa parte dos sócios para fazer o esquema dar certo. "Com 106 mil sócios, nem todos podem participar da atividade de jogos. Mas pedimos a compreensão pois depois da reformar teremos mais de 9 mil lugares extras, com 58 mil pessoas podendo usufruir do Beira-Rio."