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Inter espera contar com torcida em último jogo em casa antes da viagem para o Mundial

De olho no Mundial, Roberto Siegmann acredita que será "jogo-treino privilegiado"

É neste domingo que a torcida colorada terá oportunidade de manifestar, no Beira-Rio, um último apoio ao time que, dentro de três semanas, irá disputar o bi do Campeonato Mundial de Clubes. A equipe comandada pelo técnico Celso Roth encara o desesperado Vitória, que luta para fugir da zona de rebaixamento. Apesar da instabilidade do grupo principal no Brasileirão (a única vitória nos últimos jogos foi conquistada pela base da equipe sub-23), o assessor de futebol, Roberto Siegmann, espera um bom público. “É um momento de prestigiar o time e se despedir”, afirmou ele, revelando que espera casa cheia.

A expectativa, entretanto, não é consenso no Inter. O vice-presidente de Administração colorado, Décio Hartmann, prevê cerca de 15 mil torcedores. Ele revelou que o clube sequer limitou o número de ingressos disponíveis nas bilheterias, medida que só acontece quando são esperados mais de 45 mil no estádio. Para a partida, o Inter irá com o time tido como titular para a competição nos Emirados Árabes – com Renan no gol e Tinga no meio de campo.

Siegmann: derrota não afeta para o Mundial

Para Siegmann, o duelo de domingo é quase um amistoso: “Nós encaramos como um jogo-treino privilegiado, mas sem nenhum desrespeito para o Vitória”. Para ele, o rubro-negro baiano, que começa a rodada na zona de descenso, “vai querer mostrar jogo no Beira-Rio”, complicando a vida do Inter.

No entanto, o dirigente mostrou confiança no futebol colorado: “O time está entrosado para o Mundial”, opinou o assessor de futebol, que acredita que uma eventual derrota não afetará o clima para a viagem. “O resultado não terá nenhum efeito para Abu Dhabi.”

Na despedida de 2006, Inter foi goleado em jogo ríspido

Apesar de exaltarem as diversas coincidências com 2006, certamente os colorados não querem que a despedida daquele ano se repita em 2010. No último do Brasileirão da temporada de 2006, o Inter levou 4 a 1 do Goiás diante de 30 mil no Beira-Rio.

O jogo foi marcado pela violência e teve como maior vítima o atacante Rentería, que teve de ser substituído devido a uma falta violenta, assim como Hidalgo e Índio. No entanto, o colombiano levou a pior. Lesionou-se e acabou cortado da delegação que dali a duas semanas conquistou o mundo sobre o Barcelona.

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