Davi lamentou que um mal-entendido tenha impedido o Inter de anunciar Nilmar nos últimos dias. "Conseguimos superar a questão do Villarreal, que era o mais difícil e estava tudo acertado. Em todos os momentos eu deixei claro as nossas limitações e trabalhamos com uma cláusula que o atleta poderia ser vendido em dois anos ou três anos e isso não queria dizer que durante cinco anos nós não pagaríamos o seu salário. Ocorreu esse desacerto e isso nos deixou chateado", acrescentou.
O vice de futebol revelou que Orlando da Hora sugeriu ao Inter que fizesse uma proposta baixa no primeiro momento. "Foi o que fizemos, mas em seguida apresentamos uma nova oferta e atingimos o nosso teto. Contamos até com duas empresas, que iriam explorar a imagem do Nilmar. Pagaríamos a nossa parte e o excedente ficaria por conta dessas companhias", explicou Davi.
O dirigente colorado deixou claro que a maior dificuldade agora é a proposta do Al-Rayyan. "Pelo que sei, seria uma oferta irrecusável. Alguém me ligou dizendo que eles ofereceriam casa e carro no Catar. Foram duas ou três reuniões com o Nilmar e seu empresário. Seria uma frustração grande se não conseguirmos concluir positivamente o negócio, mas quero salientar ao torcedor colorado que o clube já conta com atacantes de alto nível. É evidente que o Nilmar agregaria muito ao nosso plantel", ponderou Davi.
Luciano Davi exaltou a vontade de Nilmar em retornar a Porto Alegre. "É a vontade dele e da esposa, Laura. Aguardamos o contato do Orlando para ver o que podemos fazer sobre isso", finalizou.