Há dificuldades a serem vencidas. São apenas duas empresas em todo o mundo que instalam o tipo de equipamento de drenagem que o Beira-Rio terá após a reforma. E nenhuma delas confirmou disponibilidade de começar os trabalhos ainda em 2012, logo após o último jogo do Inter no Campeonato Brasileiro.
Além disso, o clube teria de encontrar um estádio para atuar pelo menos até abril ou maio, quando o campo e grande parte - se a alteração no programa for feita - estarão prontos. A nova arena no Cruzeiro, que está sendo construída em Cachoeirinha e seria a primeira opção, não ficará pronta antes de abril.
Até o dia 3 de dezembro, o Inter receberá da Brio, empresa formada para administrar o novo Beira-Rio, quando ele estiver pronto, uma proposta para reforma do Gigantinho. A Hype Studio, mesma empresa que projetou o estádio, está trabalhando também no ginásio, que deverá transformar-se em um casa de shows e espetáculos no nível das melhores do Brasil. Neste momento, o tempo de execução da obra e seus custos estão sendo levantados.
"Estamos trabalhando para fazer uma proposta. Mas aceitar ou não é questão do próprio Inter", confirma o presidente da Brio, Marcelo Flores. De acordo com ele, as obras no Gigantinho poderiam ser tocadas paralelamente às do Beira-Rio.