"O Saviola tem a concorrência internacional, inclusive a de um clube chinês que parece estar disposto a despejar um caminhão de dinheiro", afirmou o diretor. "Nos encontramos com o representante do jogador no Rio de Janeiro semana passada. Naquela sexta-feira nós encaminhamos um acordo", salientou Souto de Moura. O encontro ocorreu antes da partida com o Fluminense.
De acordo com o dirigente, a resposta sairá de encontro do empresário com o jogador entre até a noite de quarta-feira. "Eles deveriam se reunir na Espanha. O Saviola deve ter ido embarcado nesta terça", afirmou Souto de Moura.
Sem grandes contratações, dirigente garante “consciência tranquila”
Souto de Moura enfatizou que o fracasso em repatriar Nilmar não foi ocasionado por qualquer erro operacional da diretoria. "Dirigente tem o empenho de trabalhar para fazer as coisas pelo clube. O resto é dinheiro. Ou a gente tem, ou a gente não tem", definiu. "Nós fizemos o nosso trabalho e temos a consciência absoluta de ter colocado, guardadas as proporções, o coração na ponta da chuteira. Fizemos tudo o que era possível e impossível", complementou. A quatro dias do encerramento da janela de transferências, o Inter vendeu Fred e Rodrigo Moledo e contratou Alan Patrick.
Questionado sobre a permanência de Leandro Damião, o dirigente avaliou que essa é a tendência, inclusive vontade da administração. "Se o Al Rayyan opde segurar o Nilmar, a gente pode segurar o Damião", frisou. "É uma bobagem vender o Damião esse ano, por que ele tem chance de estar na Copa do Mundo e se valorizar pessoal e profissionalmente", analisou. "Ele é um grande atleta e um profissional acima de qualquer suspeita. Entendemos que ele pode aguardar mais um ano e, eventualmente, valorizado pela Copa e Seleção Brasileira, ser negociado."