O presidente Giovanni Luigi está sendo pressionado por colegas dirigentes e, principalmente, por conselheiros. Na última reunião do Conselho Deliberativo, quarta-feira, ele foi inquirido sobre o assunto. “Perguntaram sobre o atraso na obra, que parece evidente, e a possibilidade de multa. O Luigi respondeu com todas as letras que mandará um ofício para a construtora no dia 2 de janeiro, assim que o atraso se consumar”, informou um conselheiro.
Fontes consultadas pelo CP confirmam a existência de multa no contrato. Divergem, porém, sobre a forma que a penalidade pode ocorrer. Alguns dizem que ela pode ser aplicada a cada jogo que o Inter é impedido de realizar no Beira-Rio após o dia 31 de dezembro. Outros garantem que a penalidade incide por dia de atraso.
Depois de pronto, o Inter precisa — é incumbência dele, não da construtora — obter todas as liberações legais antes de usar o estádio. O primeiro jogo do clube pelo Gauchão como mandante é no dia 18 de janeiro, diante do São Luiz de Ijuí.