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Inter jogará clássico Gre-Nal sob pressão

Derrota para Chapecoense complica vaga na Libertadores e vitória passa a ser obrigação

Eu ficaria preocupado se a gente perdesse e os jogadores chegassem rindo e cantando, observa Argel
Eu ficaria preocupado se a gente perdesse e os jogadores chegassem rindo e cantando, observa Argel Foto : Ricardo Duarte / Inter / CP
Derrotada e abatida, a delegação colorada desembarcou nessa sexta-feira em Porto Alegre. O revés diante da Chapecoense, na véspera, aliada à vitória do São Paulo sobre o Atlético-MG, tiraram o Inter do caminho da vaga na Libertadores. Restam três rodadas para o final do Brasileirão, e o próximo jogo é justamente o Gre-Nal, no estádio Beira-Rio. A esperança permanece, mas a crise é nítida. “Matematicamente, estamos muito vivos no campeonato”, enfatizou Argel Fucks.

Uma das primeiras providência para mudar o panorama foi alterar a programação de entrevistas. Ao invés de mandar um jogador, como estava previsto, o clube escalou Argel. O técnico falou durante quase 20 minutos salientando a evolução do time desde a sua chegada. Também lembrou que o Inter foi goleado pela Chapecoense, no ano passado, na Arena Condá, quando o técnico era Abel Braga.

Argel admitiu o abatimento do time diante do resultado de quinta-feira. “Eu ficaria preocupado se a gente perdesse e os jogadores chegassem rindo e cantando. Estão tristes, mas é um misto de cansaço, porque o jogo foi duro, em um campo pesado. Ninguém gosta de perder”, disse. Argel não confirmou a escalação para o Gre-Nal e disse que fará neste sábado um treino com os portões do Beira-Rio fechados para “testar algumas coisas diferentes” para o clássico.