A estratégia fora do campo do Inter para encarar a altitude de 3,6 mil metros de La Paz no confronto com o The Strongest na próxima terça-feira, às 22h30miin, está montada. A delegação viaja na segunda e fica em Santa Cruz de la Sierra até poucas horas antes da partida. O médico Luiz Crescente acredita que assim o Colorado conseguirá minimizar e quase zerar os efeitos do ar rarefeito.
“A altitude pode prejudicar bastante desde que não faça nada para combatê-la. Se tivermos um controle dos detalhes que podem influenciar, podemos competir de forma muito positiva e buscar o melhor resultado no jogo”, disse o médico colorado à Rádio Guaíba.
Crescente afirmou que o ideal para o Inter seria chegar à Bolívia semanas antes do jogo contra o The Strongest. “Para jogar em a 3,6 mil metros seria necessário ir de três a quatro semanas antes. É impossível fazer isso com o calendário que temos. Então optamos por ir perto para fazer aquilo que engana o organismo, que é ir o mais perto possível do jogo. Vamos aproveitar o chamado período refratário. Na altitude, se leva de seis a oito horas para começar a sentir os efeitos. Temos que chegar nesse momento e jogar dentro desse período”, seguiu.
Antes de encarar o The Strongest na estreia da Libertadores, o Inter enfrenta o Caxias neste sábado, às 19h30min, no Centenário. O técnico Diego Aguirre deverá poupar a maioria dos titulares. A partida servirá como testes para Réver e Anderson, que podem ser as novidades em La Paz.
Inter monta estratégia para diminuir efeitos da altitude na Bolívia
Delegação do Inter viajará para La Paz poucas horas antes do confronto com o The Strongest