Questionado sobre quem seria o técnico do Inter em 2013, Piffero limitou-se a dizer que existem vários treinadores que podem comandar o time a partir do próximo ano. "Não posso dizer que estamos trabalhando com isso, porque nem mandato temos. Eu diria que não existe apenas o Felipão. O Inter atrai grandes profissionais", afirmou.
Piffero considera que a mistura entre política e futebol na gestão do presidente Giovanni Luigi foi crucial para o desemprenho ruim do Inter em 2012. "O setor do futebol não admite esse tipo de coisa. A existência de lideranças desgastadas no vestiário é uma consequência dessa associação. Isso não ocorreria se a comissão técnica tivesse a experiência que o Inter exige", frisou.
O ex-presidente deixou claro que, caso a sua chapa seja eleita nas eleições agendadas para o dia 8 de novembro e 15 de dezembro, a ideia será buscar uma unidade dentro do vestiário colorado. "Teremos que encontrar isso através de um comando forte e conquistar resultados. Para mim, tudo é simples. Os jogadores são funcionários e, se o comando for ruim, o desempenho será ruim. Exatamente por isso, a montagem inicial é importante", explicou.
Votos para chegar ao segundo turno
Vitorio Piffero destacou que o seu movimento tem condições para chegar ao segundo turno das eleições do Inter. "Temos votos suficientes para superar a cláusula de barreira, mas precisamos de mais alguns no Conselho. Queremos chegar ao associado por acreditar que a decisão dele é a melhor para o Inter", disse.