Durante a entrevista coletiva no Ministério Público Estadual, Seabra afirmou que quase nenhuma obra relacionada à acessibilidade foi concluída. Os banheiros do Beira-Rio seguem inacessíveis para cadeirantes, assim como o acesso aos lugares especiais do estádio. A casa colorada tem 64, mas precisa de 128 de acordo com a Fifa. A sinalização luminosa também não foi feita, assim como as rampas que garantem o deslocamento de torcedores em cadeiras de rodas.
Seabra alertou que a multa para cada jogo da Copa do Mundo sem as obras de acessibilidade custará ao clube R$ 1,6 milhão. O promotor relatou ainda que já perdeu a conta de quantas reuniões foram realizadas para concluir os trabalhos no estádio Beira-Rio, de acordo com o termo assinado ainda no dia 5 de abril.