Na verdade, além de uma questão estratégica, há outra que se impõe no momento. Uma reforma do elenco custaria muito caro pois, além dos investimentos necessários à contratação de novos jogadores, a dispensa daqueles que estão no Beira-Rio não seria barata. A folha salarial já sofreu uma redução. As saídas de Kleber e Gabriel, cujos contratos se encerraram, e a venda de Leandro Damião rebaixaram os custos do futebol em cerca de R$ 1 milhão mensais. Outros serão contratados, mas com salários bem mais baixos. “Temos de ser críticos e investigar o mercado. Nosso objetivo é encontrar jogadores competitivos, que tenham ambição na carreira”, explica Medeiros.
O dirigente não comenta oficialmente, mas o Inter procura dois ou três reforços para a defesa (um zagueiro e dois laterais), um goleiro e um volante. Por enquanto, apesar da saída de Leandro Damião, o clube não deve investir na contratação de atacantes. Nenhum deles tão conhecido como os que saíram.