Isso se o CD definir-se pelo modelo proposto pela atual gestão e rechaçar o autofinanciamento. "O mais importante é que tirei essa decisão daqui do meu gabinete e levei aos conselheiros. Isso é democracia", disse Luigi. O ex-presidente Vitorio Piffero afirmou, por meio do seu blog oficial, que não interferirá mais no assunto. "Considero atingido meu objetivo", resumiu.
O grupo, liderado por Luigi e pela atual diretoria, crê na impossibilidade de o clube sustentar com recursos próprios o projeto. Por isso, defendem a parceria com uma construtora, o que livraria o clube dos riscos e ainda daria as garantias exigidas pela Fifa. Outro, cuja liderança é de Vitorio Piffero, quer a manutenção do atual modelo.
Segundo Piffero, o Inter pode suportar o ritmo das obras vendendo camarotes, cadeiras VIPs e outros ativos. E, se conseguisse, não abriria mão dos lucros que devem advir do novo Beira-Rio. No entanto, nem Piffero sabe dizer a forma de satisfazer as exigências da Fifa.