Os números mostram que o Inter vive uma situação financeira administrável. Em geral, os indicadores estão melhores do que na temporada passada. No entanto, não há dinheiro no cofre para grandes contratações neste momento. Elas até podem acontecer, mas os pagamentos devem ocorrer, obrigatoriamente, de forma parcelada.
Os dirigentes fizeram um esforço durante a temporada para reduzir despesas e aumentar a entrada de receitas. O futebol fez a sua parte e cortou boa parte da folha. No final do ano passado, encostava nos R$ 10 milhões. Em outubro, chegou a R$ 7,5 milhões. A ideia é continuar o processo de enxugamento em 2016.
“Não sei se conseguiremos baixar ainda mais, mas posso afirmar que a folha não será mais alta do que é neste momento”, observa o presidente Vitorio Piffero, citando as saídas de jogadores com altos salários, como Jorge Henrique, Nilmar, Fabrício, Willians e Juan.
Em geral, os reforços que estão chegando já têm uma situação salarial compatível com as atuais necessidades do clube. Ou seja, ganham menos que aqueles que estão saindo ou já saíram. “O Inter está se adaptando ao mercado. O futebol vive um novo momento”, continua o vide de futebol, Carlos Pellegrini. A boa notícia é que o clube deve ganhar uma boa injeção de dinheiro em breve. A venda de Alisson, provavelmente para a Roma, deve deixar cerca de R$ 25 milhões nos cofres colorados.
Inter tem verba restrita para grandes contratações
Clube iniciou processo de enxugamento da folha salarial para 2016