Até segunda ordem, Siegmann não pode conceder entrevistas, assinar documentos e, em dias de jogos, deve se comportar como um torcedor comum. Dessa forma, o dirigente não poderá entrar no vestiário dos jogadores e nem nas cabines de imprensa.
A decisão foi do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) da Federação Gaúcha de Futebol, órgão que nessa quinta-feira absolveu os volantes Guiñazu e Mário Bolatti. Outros dois membros da diretoria do Inter, o assessor de futebol Cuca Lima e o diretor-executivo, Newton Drummond, foram julgados por invasão de campo e absolvidos. Pelo Grêmio, o diretor de futebol, Antônio Vicente Martins, também levou apenas uma advertência após a confusão no Beira-Rio.