Não é à toa que nenhum reforço ainda foi anunciado pelo clube, frustrando os planos da comissão técnica, que queria contar com o grupo praticamente formado no início da pré-temporada. Além dos obstáculos normais, soma-se a escassez de recursos. O orçamento geral do Inter encolheu em 2013 e, claro, não poupou o futebol.
"Vamos ter menos dinheiro, mas não vamos nos apequenar. Às vezes, ter jogadores menos famosos, mas mais comprometidos e com mais vontade de vencer, é uma vantagem", observa o diretor de futebol, Luis César Souto de Moura. "A torcida vai ter de nos ajudar", conclui.
Ajustes no caminho
Ao longo de 2012, em alguns meses, a folha de pagamento do Inter ultrapassou a barreira dos R$ 8 milhões mensais. Diminuí-la a ponto de enquadrá-la na nova realidade financeira do Inter é o desafio dos dirigentes. "Faremos ajustes", observa o diretor de futebol, Luis César Souto de Moura.
As saídas confirmadas de Renan, Nei, Edson Ratinho e Bolívar - que assinará a sua rescisão hoje - não chegam a impactar na folha de pagamento. Afinal, pelo menos quatro jogadores serão trazidos para suprir a ausência deles. O primeiro será um lateral-direito. As principais opções são Luis Ricardo, da Portuguesa, e Bruno Peres, do Santos.
Até domingo, o grupo trabalha em Porto Alegre. Depois, segue para Gramado, onde fica por duas semanas realizando a pré-temporada. Em seguida, conclui a preparação em Bento Gonçalves.