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Inter trabalha para manter Beira-Rio como sede da Copa das Confederações

Anúncio oficial da Fifa ocorrerá no próximo dia 20 de outubro, na Suíça

Luigi e Anápio Gomes trabalham para manter o Beira-Rio como sede da Copa das Confederações
Luigi e Anápio Gomes trabalham para manter o Beira-Rio como sede da Copa das Confederações Foto : Cristiano Estrela / CP Memória
No Beira-Rio, vive-se o clima de expectativa. Em silêncio, os dirigentes trabalham nos bastidores, inclusive em Brasília, para manter Porto Alegre - e, mais precisamente, o Beira-Rio - como uma das cinco cidades-sede da Copa das Confederações, competição que ocorre em 2013 e servirá como teste para as instalações da Copa do Mundo. A esperança é grande, assim como a disputa com outras cidades.

O anúncio oficial ocorrerá no próximo dia 20, na Suíça. "O Beira-Rio não será problema. Isso eu garanto. O que pode tirar a Copa das Confederações daqui é a pressão política que outras cidades estão fazendo", afirmou o vice de futebol, que também comanda a comissão de obras do estádio, Luis Anápio Gomes.

Ele cita as pretensões de Natal e Recife, que também articulam-se politicamente para receber jogos do torneio. Curitiba aposta nas obras do estádio da Baixada, que pertence ao Atlético-PR e reiniciaram nessa terça-feira. O fato que coloca o Paraná oficialmente na briga pela Copa das Confederações.

Segundo Anápio, nem mesmo a falta de assinatura do contrato com a Andrade Gutierrez poderá ser um problema. "Trata-se de uma construtora conhecida, que tem capacidade de assumir as obras e cumprir os prazos. Todo mundo sabe disso, inclusive a CBF e a Fifa", defendeu.

Os dirigentes colorados, depois de uma análise em conjunto com o escritório Tozzini Freire, estão próximos de aprovar a minuta enviada ao clube pela Andrade Gutierrez nessa segunda-feira. Apenas uma cláusula ainda gera debate. "Nada grave. Trata-se apenas de uma questão jurídica", continua o vice de futebol.

Assim, o contrato será enviado a qualquer momento, possivelmente hoje, para a análise dos conselheiros. Se o trâmite não receber novos obstáculos, deverá ser assinado em breve. Então, a construtora assumirá as obras, paradas há mais de cem dias.






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