A transação foi finalizada na quarta-feira durante o dia. O Correio do Povo cravou a venda com todos os detalhes, inclusive dando conta da viagem do jogador para a Ucrânia, ainda na sua primeira edição de quinta-feira. O Inter mantém o discurso de que a venda se deu por oportunidade e dificuldade financeira. Na verdade, deu-se mais diante da falta de dinheiro.
A explicação foi dada com uma declaração curiosa do vice-presidente de futebol Roberto Siegmann. "O Inter é um fusquinha andando numa freeway. Nós temos que adequar a estrutura que temos com a grandeza que o clube alcançou nos últimos anos. Precisamos investir nas instalações da categoria de base para continuarmos revelando jogadores", explicou.
Em 2010, o clube se desfez de quatro jogadores: Danilo, Sandro, Walter e Taison. A saída de Giuliano não é garantia que ninguém mais deixe o Beira-Rio. "Não posso ser definitivo, mas hoje é suficiente. O nosso modelo de administração está sendo alterado e poderemos ter novas receitas. Até o futebol terá um orçamento, não rígido, mas uma referência", disse o dirigente.