Em vez de quantidade, qualidade. Já que tem pouco dinheiro disponível e um grupo relativamente bem montado, que acaba de finalizar o Campeonato Brasileiro na 3° posição na tabela, o Inter concentrará recursos para trazer poucos e pontuais reforços para o próximo ano, priorizando as posições que mostraram-se frágeis em 2018.
Não há um número fechado de contratações que serão feitas. Tudo depende do mercado. “Avaliamos que já temos um bom grupo, montado ao longo dos últimos dois anos. Mas também sabemos que precisamos reforçar em algumas posições”, confirmou o vice-presidente de futebol, Roberto Melo, na sexta-feira. Ou seja, ao invés de buscar reforços na Série B, como no ano passado, olhará a primeira divisão e o Exterior, prioritariamente.
Mas há também as defecções. Por enquanto, o elenco sofreu três baixas. Leandro Damião acertou-se com o Kawasaki Frontale, do Japão.
O lateral Fabiano tem a situação indefinida, mas o dono dos direitos federativos, que é o Palmeiras, a princípio, não quer deixá-lo em Porto Alegre por considerar o Inter um adversário direto na Libertadores. Por isso, dificulta a renovação do empréstimo, apesar de não querer utilizá-lo. O outro que já saiu é Rossi, que voltou para o futebol chinês com uma remota esperança de retornar.
Esses três jogadores e outros que poderão sair terão de ser repostos. Marcelo Moreno, que fica livre no final do ano, ofereceu-se ao Inter, mas o nome não agrada aos dirigentes. Além disso, ele tinha um salário irreal para os padrões brasileiros no Wuhan Zall Reserves, da China, onde atuou nesta temporada.
A negociação envolvendo Neílton segue. O Vitória, deve pedir, além de Andrigo, outros jogadores para liberar o atacante.
Inter vai apostar em poucos e pontuais reforços para a próxima temporada
Não há um número fechado de contratações que serão feitas