Comandante em 2013, Dunga exigiu foco. “É uma competição diferente, fizemos muitas horas de jogo e temos que estar muito focados”, cobrou o treinador, que admitiu um pouco de ansiedade para o confronto. “Cada partida tem essa ansiedade de iniciar logo o jogo e começar a jogar.”
O discurso fecha a porta para qualquer má interpretação de superioridade colorada. Na chegada ao estado nortista, o meia Dátolo afirmou que o Inter precisava tratar todos as partidas na Copa do Brasil como se fosse uma final. Fala respaldada pelo técnico: “Temos que estar preparados para não ter surpresa”, disse Dunga. “Seguramente eles (Rio Branco) vão estar muito mais atentos e ligados”.
Para evitar surpresas, o lateral-esquerdo Fabrício corroborou com o chefe: “Temos que deixar o favoritismo de lado e manter o nosso ponto forte que é o ataque”.
Em 18 participações na Copa do Brasil, apenas um título
O Inter disputou 18 das 24 edições da Copa do Brasil. O melhor resultado do Colorado foi o título em 1992. De lá para cá, o clube voltou a disputar uma decisão apenas em 2009, quando perdeu para o Corinthians de Ronaldo. Das 18 estreias no torneio, o clube venceu apenas metade – em outras seis oportunidades empatou e perdeu três vezes.