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Para ele, os gaúchos precisarão jogar com paciência e inteligência para barrar o adversário. “É preciso ocupar os espaços e fazer uma boa marcação individual. Eles vão tentar finalizar o tempo todo”, afirmou. Merlin disse ainda que, mesmo sendo mais precários tecnicamente, os times africanos são característicos por uma enorme força-de-vontade dos jogadores. “Isso já é de cultura do continente”, afirmou.
Merlin também descreveu a torcida africana como extremamente apaixonada. “Eles são loucos: amam futebol, sempre vão no estádio torcer, valorizam os jogadores.” O atacante congolês contou, no entanto, que os torcedores tem uma peculiaridade quando o jogo envolve um time de outro país: se a equipe nacional está jogando mal, eles passam a torcer contra o time do país.
O atacante também afirmou que o Mazembe é um dos melhores clubes do Congo, mesmo sendo mais popular no Interior do que na capital, Kinshasa. O time de 78 anos já foi dez vezes campeão nacional e venceu os dois últimos torneios da Liga dos Campeões da Confederação Africana de Futebol.