“Os jogadores têm que estar mais próximos do profissional para a gente observar, pra vê se tem condições de jogar ou não. Quando precisar do jogador no principal, ele tem condições de subir e jogar. Esses jogadores têm que estar 80% prontos para serem aproveitados”, comentou o comandante colorado. “Quando ainda tem que trabalhar o atleta, a gente perde o foco da ideia do time B”, acrescentou.
O treinado destacou que o jogador precisa trabalhar com a convicção de que um dia chegará ao profissional. “A filosofia, potência, força, massa muscular, tudo tem que estar muito próximo do que o profissional quer. Não adianta o jogador estar quatro ou cinco anos aqui, se a gente não sabe se ele vai chegar lá”, analisou.
Para Dunga, o futebol atualmente proporciona diversas vantagens aos atletas. No entanto, ele ressaltou que os contratos longos podem servir de acomodação ao profissional. “O contrato longo, por exemplo, faz com que, muitas vezes, o jogador acabe se acomodando. Para ele vir jogar no profissional, tem que merecer”, frisou.