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O convite para o dirigente permanecer no cargo em 2011 foi retificado pelo presidente eleito Giovanni Luigi, que já tinha feito a proposta a Carvalho durante a campanha à sucessor de Vitorio Piffero. "Na emoção do momento, eu acabei concordando com a proposta dos jogadores, ainda que o futuro presidente, Giovanni Luigi, não estivesse presente na reunião. Mas, certamente, não haverá problema com ele (Luigi), nem com o Roberto (Siegmann), porque eles eram as pessoas que mais insisitiam para que eu ficasse no cargo", disse Carvalho em entrevista à Rádio Guaíba.
Conforme Carvalho, o momento que o Inter vive, às vésperas da estreia no Mundial de Clubes, influenciou na sua decisão. "A decisão é resultado de um somatório de coisas, e do momento que estamos vivendo agora. Acabei sendo mais emocional do que racional", disse Carvalho.
"Eu recebo muito envaidecido esse reconhecimento. Na vida, em qualquer atividade, a gente faz as coisas bem quando está focado. Para vencer tem que ser assim. E eu gosto muito de futebol. Procuro estar sempre concentrado no meu trabalho no Inter. Felizmente, há um reconhecimento em relação a isso", finalizou.