O MP ajuizou ação civil pública alegando que as edificações não possuem alvará de Prevenção e Proteção contra Incêndios. Conforme a Promotoria de Justiça de Habitação e Defesa da Ordem Urbanística de Porto Alegre, falta segurança ao público em virtude das obras no estádio para a Copa do Mundo de 2014.
Como defesa, o Inter apresentou alguns ajustes que foram solicitados pelo MP, além de relatórios do Corpo de Bombeiros e da Brigada Militar. O presidente Giovanni Luigi ressaltou em entrevista à Rádio Guaíba no início do mês que “em dias de jogos a construtora não trabalha”. “Pela manhã, existe um pessoal que faz uma limpeza geral pelo pátio todo do Beira-Rio, com a fiscalização de engenheiros do Inter para manter o estádio nas melhores condições”, afirmou.
Na semana passada, a arquiteta e membro da Comissão de Obras do estádio Beira-Rio Diana Raquel Oliveira afirmou que o clube só deverá jogar longe dos seus domínios na segunda metade de 2013, quando será realizada a troca do gramado.