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Jurídico do Inter diz que fonte de e-mails é "absolutamente fidedigna"

Advogados reforçam crença em evidências de transferência internacional irregular do Vitória

Advogados reforçam crença em evidências de transferência internacional irregular do Vitória
Advogados reforçam crença em evidências de transferência internacional irregular do Vitória Foto : Inter / Divulgação CP
Em entrevista coletiva na noite desta sexta-feira, o departamento jurídico do Inter respondeu à CBF sobre o suposto conteúdo falso de e-mails anexados ao processo que contesta a transferência do zagueiro Victor Ramos do Vitória. "O Internacional defende a autenticidade dos documentos com a maior tranquilidade, provenientes de uma fonte absolutamente fidedigna e envolvida na transferência do atleta", frisou o advogado Daniel Cravo.

"O Inter está tão tranquilo dessa situação que não só concorda, mas que quer a elucidação exaustiva desse fato", reforçou o representante jurídico. "Com todos os recursos, para que fique às claras, eventualmente ouvindo pessoas e fazendo as análises necessárias para que não reste nenhuma mácula sobre o clube e seu departamento jurídico", afirmou Cravo.

O advogado Rogério Pastl reforçou a posição. "Todas as provas são convergentes com esses e-mails juntados, demonstrando que não só a CBF como o Vitória tinham ciência inequívoca do procedimento correto para dar condição de jogo" ao Victor Ramos, frisou. "O teor desses e-mails prova o contrário de tudo que vinha sendo dito (pela CBF)", definiu Pastl.

Cravo frisou que, além dos e-mails, o Inter reuniu material jornalístico e outras evidências sobre o caso. "Juntamos matérias para retratar que era isso que o Vitória estava fazendo, o procedimento de transferência internacional. Temos a tela preenchida pelo próprio Vitória que dá início à transferência internacional", apontou.

"É difícil, é um pouco exaustivo quando parece haver uma intenção de decretar que era uma transferência doméstica", comentou o advogado. "Tem cara, orelha, fucinho de transferência internacional, mas por decreto alguém está dizendo que é nacional."